Foto: PCSC/Divulgação
A Polícia Civil concluiu o inquérito que investigava um caso de estupro de vulnerável, em Mafra. O investigado é o padrasto da vítima, uma menina de 7 anos na época dos fatos, que foi formalmente indiciado pelo crime.
Segundo a investigação conduzida pela Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) de Mafra, o caso começou a ser apurado após a avó da criança procurar a polícia para denunciar os abusos relatados pela neta.
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito aproveitava momentos em que a mãe da menina estava dormindo ou tomando banho para cometer os atos dentro da casa da família, na Vila Nova. A investigação também apontou que a criança era ameaçada para não contar o que acontecia.
Ao final das diligências, a Polícia Civil reuniu os elementos informativos e formalizou o indiciamento do homem, de 26 anos, pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal.
A polícia também representou ao Poder Judiciário pela produção antecipada de prova, com a oitiva da vítima por meio de depoimento especial.
O delegado responsável pelo caso, Cassiano Tiburski, destacou a importância do relato da vítima em crimes desta natureza.
“Em crimes desta natureza, que ocorrem sem testemunhas, a palavra da vítima é de extrema importância. A investigação foi conduzida com a máxima cautela para proteger a criança e buscar a verdade, e o resultado reforça o compromisso da Polícia Civil em combater a violência contra vulneráveis”, afirmou.
O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para as providências cabíveis. O investigado responderá pelo crime de estupro de vulnerável, cuja pena varia de 8 a 15 anos de prisão, podendo ser aumentada conforme as circunstâncias apuradas pela Justiça.
ⓘ Com informações da Polícia Civil.
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