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sábado, 26 de setembro de 2026
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“Diversão” e “burrice”: adolescente confessa pichação de residência em Mafra

Investigação da Polícia Civil identificou dois adolescentes, de 14 e 15 anos; mochila com tinta spray e celular deixados na fuga ajudaram a esclarecer o caso.

17 de julho de 2026 · 15:17 · Atualizada em 17 de julho de 2026 · 15:17 · 2 min de leitura · Mafra

Foto: Divulgação

 

A Polícia Civil concluiu a investigação sobre um ato infracional análogo ao crime de pichação em uma casa, na área central de Mafra. O caso ocorreu em 31 de março de 2025 e resultou na identificação de dois adolescentes, de 14 e 15 anos, apontados como autores da ação.

 

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De acordo com a Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI), a investigação começou depois que o proprietário do imóvel flagrou os adolescentes pichando a sacada da residência e acionou a Polícia Militar.

 

Ao perceberem que haviam sido vistos, os adolescentes fugiram, mas deixaram para trás uma mochila contendo uma lata de tinta spray e um aparelho celular. Os objetos foram apreendidos e se tornaram peças importantes para a identificação dos envolvidos.

 

Durante as diligências, os dois adolescentes foram localizados e ouvidos pela Polícia Civil. Conforme a investigação, um deles confessou a autoria do ato e afirmou que a pichação foi praticada por “diversão” e “burrice”.

 

Com a conclusão do trabalho investigativo, a DPCAMI elaborou o Auto de Apuração de Ato Infracional, que foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário. Além da identificação e responsabilização dos adolescentes, a investigação reuniu como provas a mochila, a lata de tinta spray e o aparelho celular encontrados no local.

 

Em nota, o delegado responsável destacou que a Polícia Civil trata com seriedade a investigação de atos infracionais, independentemente da gravidade aparente.

 

“A investigação de atos infracionais, mesmo os de aparente menor potencial ofensivo, é tratada com seriedade pela Polícia Civil. A responsabilização é um passo importante no processo socioeducativo e na prevenção de futuras infrações, garantindo a tranquilidade da comunidade”, afirmou.

 

Segundo a Polícia Civil, o procedimento agora segue para análise do Ministério Público e da Justiça, que deverão definir as medidas socioeducativas cabíveis aos adolescentes.

 

ⓘ Com informações da Polícia Civil.

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