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Escritora riomafrense marca presença em evento literário internacional

Autora de nove livros, ela participa da 23ª Festa Literária Internacional de Paraty, evento que reúne nomes do segmento de diversos países.

29 de julho de 2025 · 17:49 · Atualizada em 29 de julho de 2025 · 17:52 · 2 min de leitura

Foto: Divulgação

A 23ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), um dos eventos mais importantes do circuito literário brasileiro, contará com a presença da escritora riomafrense Adriana Moro.

A escritora, com nove livros lançados, integra a programação de duas casas literárias durante a festa, com o romance autoral “Não Me Chame de Mãe”.

Na sexta-feira (1), das 12 às 14 horas, ela estará na Casa Escreva, Garota, coletivo formado por escritoras mulheres, onde irá conversar com o público sobre sua obra e participar de momentos de troca e autógrafos. No sábado (2), às 8 horas, retorna ao espaço para conduzir uma explanação sobre o tema “Literatura e as maternidades possíveis”, com participação da escritora e poeta Priscilla Navas.

Ainda no sábado, das 14h30 às 15h30, a autora participa das atividades da Casa Urutau, editora responsável pela publicação de sua obra.

Para Adriana, estar na Flip, um evento de proporção internacional, é a realização de um sonho. “Saber que meu livro está chegando tão longe é um sonho realizado. O mais importante pra mim é ser lida, e fico muito contente com o retorno positivo dos leitores”, destaca.

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Conheça a obra "Não Me Chame de Mãe"

No livro, a autora apresenta um relato sensível e necessário sobre a maternidade solitária em tempos de pandemia. A narrativa desmonta o mito da maternidade idealizada e acompanha a trajetória de uma jovem mãe, sem rede de apoio, que enfrenta o diagnóstico de autismo da filha em meio à crise sanitária.

Sobre a autora Com nove livros publicados, entre obras acadêmicas, crônicas e literatura infantil, Adriana Moro é enfermeira de saúde mental, servidora pública e pós-doutora em saúde coletiva. Sua produção literária é marcada por temas sociais como o cuidado, a violência contra a mulher, o feminino e a maternidade.

Sobre o evento Desde 2003, a Flip transforma Paraty (RJ) em um polo cultural que reúne escritores, pensadores e leitores de diferentes partes do Brasil e do mundo. Reconhecida como Patrimônio Histórico Cultural e Imaterial do estado do Rio de Janeiro e da cidade de Paraty, a festa também promove ações de incentivo à leitura e atividades voltadas ao público infanto juvenil.

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