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Família busca ajuda para garantir tratamento de mulher com câncer agressivo

Campanha corre contra o tempo para compra de medicamento que custa R$ 30 mil e não é fornecido pelo SUS.

25 de maio de 2026 · 15:18 · 2 min de leitura · Mafra

Foto: Divulgação

 

Familiares da mafrense Caroline Socodolski, de 32 anos, iniciaram uma campanha solidária para arrecadar recursos e ajudar no tratamento contra um câncer de mama, considerado um dos mais agressivos.

 

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Diagnosticada em maio de 2025 com câncer de mama triplo negativo metastático, Carol enfrenta atualmente o avanço da doença mesmo após diferentes linhas de quimioterapia.

 

Segundo a família, ela já passou por cinco ciclos de quimioterapia, mas sem resposta positiva. O câncer evoluiu rapidamente e atingiu os pulmões, causando sintomas como falta de ar, tosse persistente, dores constantes e edema, comprometendo significativamente sua qualidade de vida.

 

 

Em um laudo médico emitido em São Bento do Sul, a equipe oncológica relata que a paciente apresenta múltiplos nódulos pulmonares compatíveis com metástases e destaca que houve progressão da doença mesmo após duas linhas de tratamento quimioterápico.

 

O documento aponta ainda que, diante da falha dos tratamentos convencionais, a principal alternativa indicada neste momento é o uso do medicamento Sacituzumabe Govitecana, conhecido comercialmente como Trodelvy, aprovado pela Anvisa para casos de câncer de mama triplo negativo metastático refratário aos tratamentos iniciais.

 

De acordo com a prescrição médica, Carol precisa de aplicações do medicamento a cada 21 dias. Cada frasco custa em média R$ 10 mil e são necessários três frascos por aplicação, totalizando cerca de R$ 30 mil por ciclo.

 

A família informou que já entrou com pedido judicial para obter a medicação pelo sistema público, mas teme que o tempo de espera comprometa ainda mais o estado de saúde da paciente. Por isso, iniciou uma campanha para arrecadar recursos e tentar começar o tratamento o quanto antes.

 

“Uma mãe nunca desiste de um filho e eu vou lutar pela minha filha até o fim”, escreveu Margarete, mãe de Carol, em um texto divulgado nas redes sociais.

 

Ela afirma que a filha sempre foi uma mulher trabalhadora, cheia de sonhos e vontade de viver, e que mesmo diante do agravamento da doença continua lutando diariamente e mantendo a esperança.

 

O laudo médico também alerta que, sem um tratamento eficaz em curto prazo, há risco considerável de piora clínica e até óbito. Segundo o documento, as perspectivas de eficácia com tratamentos quimioterápicos convencionais são atualmente muito limitadas no caso da paciente.

 

A campanha pede ajuda financeira e também compartilhamentos e orações pela recuperação de Carol.

 

Como ajudar?

Para contribuir com a campanha, clique neste link e acesse a plataforma Vakinha.

 

Também é possível encaminhar doações via Pix, pelo endereço [email protected].

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