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Frigorífico busca fomentar a criação de coelhos no Planalto Norte

Empresário Ludgero Gonçalves, esteve em Mafra, buscando, através da Amplanorte, cunicultores para suprir a alta demanda pela carne do animal.

9 de outubro de 2024 · 14:24 · Atualizada em 18 de julho de 2025 · 13:53 · 2 min de leitura

Fotos: Robson Komochena/Redes sociais

No Brasil, a criação de coelhos, mais conhecida como cunicultura, tem ganhado popularidade devido ao seu fácil manejo, aos benefícios da carne e ao desenvolvimento do mercado consumidor. No Planalto Norte de Santa Catarina, a situação não é diferente, sendo reconhecido até como a “capital dos coelhos”.

Esse crescimento motivou o diretor executivo da empresa Coelho Nobre, Ludgero Gonçalves, a procurar em Mafra, através da integração da Associação dos Municípios do Planalto Norte (Amplanorte) com a região, apoio para o fomento da cunicultura, além de buscar cunicultores para suprir a grande demanda pela carne do animal.

A empresa opera em Irineópolis com a criação da raça Nova Zelândia, que chegam a mais de dez quilos.

Segundo Ludgero, o Planalto Norte é uma das melhores regiões para a criação do animal. “É uma região fria, e nós temos cidades muito próximas, dois fatores que facilitam a produção e a logística dos coelhos. Além disso, o ciclo de vida do animal é de 90 dias, desde o nascimento até o abate, o que facilita ainda mais a cultura”, afirma.

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O consumo do animal chama a atenção por possuir pouca gordura, nenhuma química e nenhum anabolizante, sendo considerada a “carne do futuro”. Além disso, ela é indicada para pacientes em tratamento de doenças como câncer, por não agredir o sistema do paciente.

Ludgero ressalta que a associação entre o coelho pet e o comercial não deve ser feita, já que as espécies são diferentes. “Muita gente confunde, mas é importante ressaltar que o pet não cresce, ele permanece pequeno. Já o comercial atinge até dez quilos, dependendo da raça”, pontua.

A criação dos animais é feita em gaiolas, já que não podem ser criados em terrenos baixos, como no chão. Dentro das gaiolas tem descanso para as patas, bebedouro, comedouro e ninho. “Temos todo esse cuidado com os animais porque são bichos sensíveis. Você não pode sair do cuidado do gado e ir cuidar do coelho sem os procedimentos corretos”, ressalta o diretor executivo.

Os interessados na cunicultura podem entrar em contato pelo número (47) 9 9976-1653 para mais informações ou acessar o site da empresa clicando aqui.

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