Para o empresário Luciano Hang, dono da rede varejista Havan, o Brasil não é aquilo que se vê na televisão “...Aquela bagunça. O Brasil é conservador, o Brasil quer mais oportunidades para todos, e isso inclui os jovens, que querem trabalhar e se desenvolver profissionalmente e ter uma vida com tranquilidade e segurança”, pontua.
A entrevista exclusiva ao Riomafra Mix foi concedida no Centro Administrativo da rede, em Brusque.
Hang conta que um dos principiais pedidos que recebe das pessoas é para abrir uma filial da Havan em suas cidades, o que o deixa feliz com a aceitação da marca que iniciou há 35 anos. “Fico feliz, isso é fruto do trabalho que a gente fez pelo país. O Brasil que queremos só depende de nós. Eu sinto como cidadão, como uma pessoa que saiu de baixo, de uma família de operários, que o brasileiro precisa ter mais esperança e lutar por um futuro com mais oportunidades, através do trabalho, da iniciativa privada e da abertura de novas empresas.
Havan em Mafra Sobre a vinda da rede para Mafra, o empresário destacou o desejo da implantação da filial na região, mas que ainda não é o momento. Segundo ele, o comércio é elástico. Quanto mais pessoas comprarem, mais empregos são gerados e a cidade só tende a crescer.
“É isso que eu prego, tem espaço para todo mundo, para mais lojas, empregos e mais qualidade de vida. Eu conheço Mafra e Rio Negro e são cidades únicas e maravilhosas, e quem sabe, no futuro, a gente possa abrir uma Havan na região, para unir mais as famílias e as pessoas em torno do trabalho e da geração de renda. Eu cheguei a ir para Mafra, conheci alguns terrenos na época, mas aí veio a crise de 2015. Ainda assim, Mafra e Rio Negro continuam no nosso radar. Um dia a gente pode plantar nossa semente lá e somar junto com o comércio local. Estamos namorando a região há algum tempo. Tenho certeza que um dia a gente vai estar lá, junto com vocês”, finaliza.
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