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Mulheres têm papel especial no programa SC Mais Moradia

Programa lançado pelo governador Carlos Moisés vai atender famílias que vivem na pobreza ou abaixo da linha da pobreza.

21 de outubro de 2021 · 12:56 · Atualizada em 21 de outubro de 2021 · 12:56 · 3 min de leitura

Foto: Divulgação/Secom

O SC Mais Moradia, o programa de habitação popular lançado pelo Governo do Estado em solenidade no Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis, tem uma peculiaridade: a cessão de uso dos imóveis ficará em nome das mulheres.

Com objetivo de atender 61 municípios de menor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) em Santa Catarina, o projeto é uma parceria com as prefeituras, que ficarão responsáveis pela doação dos terrenos e a execução dos trabalhos. A meta é atender pessoas na pobreza ou abaixo na linha da pobreza, gente que está morando sob lonas. As casas serão inteiramente custeadas pelo governo, a um preço de até R$ 70 mil cada.

Nesta primeira etapa, serão construídas aproximadamente mil residências, que serão cedidas em regime de comodato para as famílias por um período inicial de até dez anos. Todas com  a assinatura das mulheres. O objetivo por trás da medida é garantir que elas tenham mais segurança em caso de problemas domésticos. As casas devem ter entre 45 e 50 metros quadrados, com dois quartos, sala, cozinha e banheiro.

Segundo o governador Carlos Moisés (sem partido), o programa terá início ainda este ano, com recursos disponíveis de um remanejamento orçamentário. São cerca de R$ 30 milhões para 2021. Já para o próximo ano, o Governo do Estado reservou R$ 70 milhões no projeto de orçamento enviado à Assembleia Legislativa (Alesc). Conforme o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, o SC Mais Moradia nasce com o objetivo de ser um programa de Estado. A intenção é construir oito mil casas até o ano de 2026. Com isso, seriam atendidas as famílias que vivem em maior vulnerabilidade social hoje.

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Metropolitana

Avança  na Alesc o PLC 1/2021, de autoria da deputada Paulinha (sem partido), que cria as regiões Metropolitanas de Joinville (RMJ), Jaraguá do Sul (RMJS) e do Planalto Norte (RMPN). A  Comissão de Transportes e Desenvolvimento Urbano aprovou, por unanimidade, a realização de uma audiência pública na Câmara de Vereadores de Joinville, às 19h, na próxima segunda-feira (25), para discutir o assunto. Antes de ir a plenário, o projeto tem que ser analisado em audiência pública, por exigência legal, e depois será apreciado na Comissão de Transportes e Desenvolvimento Urbano.

Ranking ambiental

A gestão ambiental do Porto de São Francisco do Sul se transformou em referência nacional. O complexo do Norte catarinense ficou entre os quatro melhores portos do país no Índice de Desempenho Ambiental divulgado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários, esta semana (segunda-feira, 18). Numa pontuação máxima de 100 pontos, o Porto de São Francisco chegou a 96,95, um aumento de 12% com relação ao ano anterior, quando tinha 86,57 pontos. O Índice leva em consideração 38 indicadores relacionados à gestão ambiental dos portos, como preservação da fauna e flora, gerenciamento das operações portuárias e prevenção de riscos.

Novo em SC

O pré-candidato do Partido Novo à presidência da República, Felipe d’Avila, visita Florianópolis na próxima terça-feira (26) e em Joinville na quarta (27), dando sequência a sua agenda “Brasil:  via liberal. Na Capital, d’Avila deve visitar a Alesc, almoçar com dirigentes e políticos eleitos do Novo local e, também, se reunir com empresários da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis. Em Joinville, d’Avila deve visitar o diretório municipal do partido e conversar com o prefeito do município Adriano Silva, além de vereadores e demais filiados do partido.

SUS Educação

O senador Dário Berger (MDB) concluiu o relatório final do projeto de lei que pretende implementar o Sistema Nacional de Educação (SNE) no país. A proposta é defendida por diversas entidades, educadores e especialistas, sendo considerada um avanço na gestão educacional brasileira. O Sistema Nacional de Educação na prática pretende unificar políticas públicas e integrar a União, os estados e os municípios num regime de colaboração para que haja planejamento e para que sejam cumpridas metas de rendimento e resultados.

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