
Quando Ennis e Jack voltam para as suas rotinas, que parece ser miseráveis para ambos: cuidar da família, comparecer ao emprego, fazer média com amigos. Tudo isso se torna chato porque um não se completa sem o outro, todo o resto representa um zero, um nada. O diretor do filme deixa a entender que não há futuro digno ali, seja para gays, seja para héteros.
Os atores fizeram muito bem seus papeis, o que complementa para o filme ter sido um sucesso de bilheteria em 2006 e ganhador de vários Oscars. Polemico para alguns, “inassistível” para outros, mas uma obra-prima para quem ama cinema, sendo ele gay, hétero, bi ou o que for.
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