
Santa Catarina registrou desde o início da pandemia, 465 demissões de médicos, enfermeiros, técnicos e profissionais ligados à saúde. Dentre os pedidos, 214 foram de médicos, 85 de técnicos de enfermagem, 66 de enfermeiros e 100 de pessoas que atuam em outras funções na área de saúde.
Os dados consideram apenas os servidores estaduais.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde (SindiSaúde), há muitos relatos de exaustão ligados à rotina nas unidades de saúde, em decorrência da pandemia.
Conforme o presidente da entidade, Djeison Stein, os profissionais não estão dando conta de atender o grande fluxo de pacientes. “Ainda há uma grande demanda por profissionais que atuem nas UTIs. É necessária uma mobilização por mais contratações”, disse.
Segundo a SES, os profissionais de saúde afastados foram substituídos de duas formas. Nos casos de licenças de curto e médio prazo, os servidores acabaram substituídos por colegas do próprio quadro com hora plantão, uma espécie de hora extra.
Já quando há afastamentos de longo prazo, os profissionais são substituídos por admissão de servidores com contrato ACT.
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