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Setembro amarelo: como cuidar da saúde mental?

Transtornos como ansiedade e depressão podem acarretar diversos prejuízos, no âmbito social, profissional e nos relacionamentos, em geral.

23 de setembro de 2022 · 11:13 · Atualizada em 23 de setembro de 2022 · 11:13 · 1 min de leitura

Com a campanha do Setembro Amarelo em evidência, o Momento Unimed desta semana recebeu a psicóloga Jéssica Paqueira para falar sobre a importância da saúde mental.

Segundo Jéssica, a saúde mental está relacionada ao modo como uma pessoa reage às exigências da vida e como lida com suas emoções positivas e negativas.

O Brasil é hoje um dos países com mais casos de ansiedade e depressão do mundo. Estes transtornos fazem com que o indivíduo tenha comportamentos que atrapalhem a sua rotina, acarretando em diversos prejuízos, no âmbito social, profissional e nos relacionamentos, de forma geral.

De acordo com a psicóloga, a ansiedade é um estado emocional, caracterizado por sentimentos de tensão e preocupação. “Os pacientes começam a enxergar tudo como uma ameaça e apresentam dificuldade de diferenciar o medo real do medo imaginário”, pontua.

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Entre os sintomas mais comuns estão: medos sem aparente explicação ou emergência real, alterações do ciclo de sono e do apetite, inquietação, sudorese, tremores, cansaço frequente e náuseas.

Já a depressão é caracterizada por tristeza profunda, angústia, apatia, baixa autoestima e perda de interesse por atividades antes prazerosas. É uma doença multifatorial, ou seja, que possui diversas causas, podendo ser causada por aspectos biológicos, genéticos ou psicológicos.

De acordo com Jéssica, a pandemia de covid-19 intensificou os casos de ansiedade e depressão em todo o mundo, por conta da falta de contato social e da insegurança sobre o futuro.

Para lidar com a depressão e ansiedade, é necessário que o indivíduo procure ajuda profissional para a busca do melhor tratamento. “É importante ficar alerta aos sinais físicos e psicológicos para que estes transtornos não se agravem, afinal quanto mais agudo o estágio da doença mais difícil será o tratamento”, pontua a profissional.

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