
No longa, uma médica psiquiatra, Rose (Sosie Bacon), atende uma paciente que diz ser perseguida por um "ser" que só ela consegue ver. Essa entidade do mal a persegue em uma personificação humana, muitas vezes com a aparência de familiares e amigos, com o pior sorriso que alguém já viu na vida.
Explorando a imagem do sorriso maléfico, o diretor usa também enquadramentos e sons para deixar o filme ainda mais aterrorizante (o que dá muito certo). Sorria, cria a tensão de medo mas nada acontece. Então, quando você menos espera, um rápido flash invade a tela por menos de um segundo, mas suficiente para te deixar de cabelo em pé.
É um ótimo filme de terror, sem trazer sustos desnecessários, e tem uma narrativa bem construída. A única coisa estranha, talvez tenha sido personificar a entidade maligna em uma criatura extremamente medonha, mas não tão assustadora, parecendo mais uma pessoa fantasiada do que um ser paranormal malvado.
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