
Uma dona de casa que vive em uma comunidade experimental começa a suspeitar que a empresa de seu marido está escondendo segredos perturbadores.
“Não Se Preocupe, Querida” se torna um thriller psicológico feminista. A trama se passa em uma comunidade experimental onde as mulheres desempenham um papel de submissão como esposas e donas de casa, e os homens os líderes e superiores. A fotografia demonstra de forma genial como o sentimento de estagnação e desespero podem se alternar tanto em um ambiente doméstico como em um deserto escaldante.
O brilho e o glamour do filme pertencem à Florence Pugh, que consegue roubar a cena genuinamente, tornando a imersão do espectador. Alguns detalhes do filme deixaram a desejar e fez com que a trama não saísse tão bem quanto o esperado. Mas no geral o filme mesmo com seus defeitos se torna uma boa experiência.
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